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O Tratamento Revolucionário

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Carlos Alberto Pecis e Viviane de Jesus Martins Pecis

Carlos Alberto Pecis e Viviane de Jesus Martins Pecis

O autor apresenta sua experiência com tratamento da Síndrome de Dor Crônica (dor neuro-músculo-articular), conhecida popularmente como dor reumática, utilizando a imunoterapia para aqueles pacientes sensíveis aos estreptococos, associado a antibioticoterapia (em conformidade com os artigos científicos apresentados no Link “TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE, ESCLARECIDO E AUTORIZAÇÃO DE TRATAMENTO”) e medicina biomolecular, o que resulta na melhoria do paciente como um todo (quadros álgicos, gripes, resfriados, constipação, digestão, cefaleias e outras patologias), com resposta excelente relatada pelos pacientes em tratamento. As queixas dessas dores são devidas a processos mórbidos vários (artrites, osteoartroses, doença reumática e reumatoide) e acontecem com grande incidência (2º lugar) nos diversos ambulatórios, onde o público alvo em sua maioria são pacientes idosos. O tratamento clássico ou convencional trata os casos citados com anti-inflamatórios e corticoides, sabendo-se que o retorno destes pacientes com a mesma queixa é de quase 100% e que grande é o risco de intoxicação dos medicamentos citados em seu uso continuado. Estes pacientes são também submetidos a inúmeras sessões de Raio X, na constante troca de profissionais que de novo os avaliam e também dos riscos da radiação X no organismo humano, nestes casos debilitados, imunologicamente deprimidos. O entendimento atual é o da necessidade de tratamento do paciente como um todo, procurando mantê-lo com sua imunidade em alta, o que em inúmeros trabalhos científicos-internacionais, demonstram os malefícios ao organismo daquelas substâncias nocivas inaladas e ingeridas, quando não corretamente processadas pelas enzimas digestivas e pelo sistema imunológico gastroentérico e que as mesmas concorreriam para ocasionar processos mórbidos dolorosos, articulares ou não. Os pacientes pesquisados apresentam dieta não equilibrada e são submetidos a todo tempo a processos vários de estresse, também concorrendo para o desequilíbrio e não perfeita formação imunobioquímica em sua homeostase. O autor deste trabalho conclui que este novo tratamento aqui estudado, apresenta sensível melhoria dos quadros álgicos relatados pelos pacientes, assim como de outros quadros normalmente paralelos integrados a queixa principal, confirmando que estes métodos clínicos utilizados concomitantemente, interagem entre si, com um aumento em sua resposta imunológica, traduzida na melhoria do paciente integralmente.